Este blog tem a intenção de discutir as mais diversas práticas de negócios, empreendedorismo e modelos econômicos e políticos. Casos reais, artigos e livros que possam contribuir com o assunto, também serão citados. Desabafos pessoais também valem.
Os verdadeiros números sobre Belo Monte
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Vídeo "chato", ninguém retira o sutiã, mas vale a pena!
Clássico, do clássico, agora no NetFlix! Eis em filme a primeira parte do livro a Revolta de Atlas. Já escrevi sobre algumas passagens do livro algumas vezes: - Pare de reclamar, vá estudar e pensar uma forma de gerar valor as pessoas. - Me recuso a pedir desculpas pelo meu sucesso! - A meritrocacia é jogada no lixo a canetadas!
Qual a sua interpretação ao ver essa imagem e as informações nela contidas? Ontem, foi publicado o Relatório Nacional de Igualdade Salarial pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que revela uma diferença salarial média de cerca de 20% a favor dos homens no mercado formal de trabalho brasileiro. Não estou aqui para duvidar dos dados ou dessa realidade, mas considero fundamental interpretá-los corretamente, sem distorções, para abordar efetivamente o problema Não sei para vocês, mas para mim, sempre que surge esse assunto, as manchetes me influenciam a acreditar que as mulheres recebem salários inferiores aos dos homens unicamente por serem mulheres , mesmo quando ocupam o mesmo cargo e desempenham as “mesmas funções”. Sempre penso o mesmo: “Isso não faz sentido”. É difícil imaginar que uma frentista mulher ganhe menos do que seu colega homem, ou que gerentes de uma mesma empresa tenham remunerações diferentes apenas por causa de seus sexos. A imagem refere-se a "funções idênt...
Olha que maravilha o discurso de Dias ToffolI, ministro do STF. Não preciso nem dizer que concordo em gênero, número e grau. É chegada a hora de pararmos de pensar sistematicamente que o povo deve ser tutelado pelo Estado. Ou que o povo não tem capacidade de discernimento. Ou que o povo brasileiro, em razão de condições sociais, não teria a dignidade como ser humano de saber fazer suas opções pessoais, individuais. Não deve o Estado substituir os pais e dizer o que seus filhos devem ou não assistir na televisão ou ouvir no rádio.
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