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A Revolta de Atlas Filme - Parte 1 (Legendado)

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Clássico, do clássico, agora no NetFlix! Eis em filme a primeira parte do livro a Revolta de Atlas. Já escrevi sobre algumas passagens do livro algumas vezes: -  Pare de reclamar, vá estudar e pensar uma forma de gerar valor as pessoas. -  Me recuso a pedir desculpas pelo meu sucesso! -  A meritrocacia é jogada no lixo a canetadas!

Os recursos naturais estão acabando?

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Eis um bom vídeo de contra ponto do que geralmente se vê por ai. Postei aqui algum tempo atrás um vídeo que criticava a cadeia de produção e seu consumo exgaerado, mas ainda escrevi o seguinte: "Não sou daqueles que têm compromisso com o erro. Quando bons argumentos mostram-me que estou errado, não tenho menor receio em mudar. Também não sou daqueles que se depara com alguma informação que, de certa forma, é contrária aquilo que penso e faz de tudo para escondê-la ou para desqualificá-la." ( Sanha Ambientalista- Tirando o terrorismo, vale o alerta! )

Por que o Brasil é um dos países mais corruptos do mundo?

O nome do desastre que aí está é um só: TAMANHO DO ESTADO, COM SEU CONSEQUENTE APARELHAMENTO PELA PISTOLAGEM POLÍTICA.  Só  o governo federal dispõe de mais de 24 mil cargos de confiança! Em 2002, quando FHC deixou o governo, eram pouco mais de 18 mil —  um número já estúpido, mas os companheiros acharam pouco. Somem-se a isso os postos que os partidos disputam nas estatais. Só para comparação: na Alemanha, são apenas 170 os cargos federais de confiança; no Reino Unido, 300. Nos EUA, 9 mil! Pois é… O que há de político em pânico a esta altura… Carlinhos Cachoeira, a gente está vendo, é como os demônios: uma legião! Políticos de uma penca de partidos aparecem se banhando em suas águas: DEM (o senador Demóstenes Torres deixou a legenda), PT, PSDB, PTB, PP, PPS… E outros podem aparecer. Escândalo sem o PMDB, por exemplo, é só um problema de apuração… Não dá para afirmar que os comandos das respectivas legendas soubessem desse envolvimento, claro! Uma coisa, no en...

Os bons maridos de Esparta (David Coimbra)

Os bons maridos de Esparta O espartano casado, se encontrasse um rapagão belo e imponente, oferecia-lhe a sua mulher, para que reproduzissem. Era a eugenia: o “aperfeiçoamento” da raça por meio da seleção genética. Licurgo, o grande legislador, caçoava dos que hesitavam em partilhar as esposas, dizendo que eles se importavam mais com a reprodução de seus cães e cavalos do que com a de suas mulheres. A intenção dos espartanos era formar uma casta de guerreiros. Há uma passagem da Batalha das Termópilas em que o rei Leônidas, marchando à frente de seus 300 soldados, encontra o pelotão de 7 mil aliados de outras cidades. O comandante dos aliados olha para aquele punhado de homens e se espanta, sabendo que o inimigo persa conta com um exército de centenas de milhares de combatentes. – Mas você só trouxe esses soldados?!? – pergunta, incrédulo. Ao que Leônidas aponta para um dos aliados: – Qual é a sua profissão? – Eu sou moleiro. – E você – prossegue Leônidas, indicando outro. – Campon...

Hoje, o ministério consegue ser pior do que a média do Parlamento, que beira a mediocridade. (Pedro Simom)

O ministério é fraco, um dos piores que já vi. Antes, colocavam-se no ministério os melhores nomes do Parlamento. Hoje, o ministério consegue ser pior do que a média do Parlamento, que beira a mediocridade. No esforço de eleger Dilma Rousseff presidente, valeu tudo.  Em entrevista ao repórter Paulo Celso Pereira, nas Páginas Amarelas da revista Veja desta semana, o senador Pedro Simon, do PMDB gaúcho fala sobre seu partido, fisiologismo, governo Dilma, mensalão, Demóstenes Torres, poder e diz que o Brasil seria diferente se os bons homens não tivessem mortos, como: “Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, Teotônio Vilela, Miguel Arraes, Mário Covas”. Confira abaixo a entrevista na íntegra. O senador diz que a qualidade do Parlamento na média é muito ruim, os líderes políticos só pensam em cargos e que a presidente Dilma não vai conseguir acabar com o fisiologismo O senador Pedro Simon é um iluminado. Fundador do MDB, participou da oposição à ditadura militar, cerrou fileiras pelas Dir...

Em busca do nada

A presidente Dilma (..) imagina que a solução está em criar mais repartições públicas, mais regras, mais controles, mais programas e mais tudo o que faça um “estado forte”. É o tipo de ideia que encanta a presidente. Nunca deu certo até hoje. Mas ela continua convencida de que um dia ainda vai dar. Por  J.R. GUZZO A palavra provavelmente mais correta para descrever a maior parte das atividades do governo brasileiro hoje em dia, em português comum, seria “farsa”. Mas é melhor, por prudência e pela cortesia com que se devem tratar nossas altas autoridades em geral, utilizar alguma coisa mais leve ─ “ficção”, talvez, é o termo que se aconselha, já que não pode ser entendido como ofensa (Deus nos livre de uma coisa dessas), e ao mesmo tempo serve para resumir com bastante clareza a atual conduta do superior comando da nação. Entre as paredes do caixote de concreto e vidro em que funciona o Palácio do Planalto, é fabricada todos os dias a impressão de que ali se vive numa colmeia...

O rebanho da seita que acoberta bandidos de estimação quer furar a fila do tribunal

Se a lei valesse para todos, se a Justiça brasileira funcionasse, se fosse estendido aos cardeais da seita dos devotos de Lula o castigo que o rebanho reivindica apenas para Demóstenes Torres, a multidão encarcerada seria suficientemente numerosa para disputar com o PCC o controle das gaiolas. Mas não haveria confrontos. Em nome da governabilidade das cadeias, as duas organizações criminosas logo tratariam de celebrar uma aliança que garantisse a justa divisão dos lucros. O rebanho da seita que acoberta bandidos de estimação quer furar a fila do tribunal « Augusto Nunes – VEJA.com